Foto: Rodrigo Moreira/PGE-RJ
Foto: Rodrigo Moreira/PGE-RJ
A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro promoveu na última terça-feira (23), no Centro Cultural PGE-RJ, o seminário “Direitos Trans: Desafios & Perspectivas”, que teve coordenação científica da Comissão de Promoção à Igualdade de Gênero e foi organizado pelo Centro de Estudos Jurídicos (CEJUR).
Na abertura, o Procurador-Geral do Estado, Bruno Dubeux, destacou a relevância do tema, que deve ser tratado com "máxima responsabilidade e coragem", uma vez que o ambiente das instituições do sistema de Justiça é ainda conservador. "Eu não tenho lugar de fala e, por isso, não vou falar da pauta que será debatida hoje, mas, como chefe da Instituição, tenho o dever e a responsabilidade de apoiar e parabenizar a iniciativa, pela coragem, pelo respeito e pela delicadeza que o seminário foi construído", afirmou.
Em seguida, a Procuradora e Vice-Presidente da Comissão Especial para Promoção da Igualdade de Gênero, Ana Paula Almeida, lembrou que o seminário ocorre na semana do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAP+, comemorado em 28 de junho. "O tema é de grande relevância para a Procuradoria, pois envolve direitos fundamentais, como direito à igualdade, à não discriminação, o direito à identidade. A gente fica aberto ao debate, ao conhecimento, a reflexões", disse.
Moderador do seminário, o Procurador Daniel Carvalho Cardinali destacou o papel institucional da PGE-RJ no apoio aos projetos e iniciativas da Comissão Especial para Promoção da Igualdade de Gênero. "Antes de começar, preciso fazer alguns agradecimentos. Agradecer ao Procurador-Geral, que sempre apoiou todos os projetos e iniciativas da Comissão na pauta da diversidade. A gente sabe que, institucionalmente, é muito importante quando a chefia está abraçada com a gente. Agradeço também ao CEJUR pela parceria e topar os nossos eventos acadêmicos", pontuou.
O seminário teve as participações do Professor Guilherme Almeida; da Jornalista Sara Wagner York; do Advogado Caê Guinle de Mello e da Advogada Bianca Figueira Santos, que trataram temas como os direitos das pessoas trans, preconceito e invisibilidade, oferta de serviços públicos, em especial os de saúde, legislação e mercado de trabalho, entre outros.